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Autismo: Vamos conversar mais sobre isto?

Por Diversidade na Rua, em 19 de abril de 2017
  • Foto de Diversidade na Rua
    Diversidade na Rua

    em 19 de abril de 2017 às 16:43:33

    O que é o Autismo? O que significa o Autismo na vida de uma pessoa e de sua família? Esses e outros assuntos são os questionamentos de familiares e de profissionais que atendem pessoas com diagnóstico de Autismo. Conversar, trocar informações e adquirir conhecimentos confiáveis sobre o tema são meios de reduzir dúvidas e inseguranças, além de contribuir para minimizar os preconceitos e fazer valer os direitos das pessoas com Autismo e de suas famílias.

    Na próxima segunda-feira, dia 24 de abril, às 19h, o site do projeto Diversidade na Rua da Mercur realizará um debate online aberto ao público sobre o tema “Autismo: Vamos conversar mais sobre isto?”. A mediação do debate será feita por Hugo Enio Braz, presidente da Associação Luz Azul – Associação Pró-Autismo de Santa Cruz do Sul (RS), e pela Angela Fernandes Rodriguez Godoy, Psicóloga clínica e colaboradora do Núcleo Psicologia e Deficiência do Conselho Regional de Psicologia do Estado de São Paulo.

  • Foto de Diversidade na Rua
    Diversidade na Rua

    em 24 de abril de 2017 às 19:00:03

    Olá pessoal, boa noite! Bem-vindos a mais um debate aberto online! Hoje vamos conversar sobre Autismo. O Hugo e a Angela já estão disponíveis para o bate-papo. Se possível, se apresentem, para nos conhecermos melhor. Um ótimo debate a todos. :) Abraços Equipe Diversidade na Rua
    • Ione silveira
      Ione silveira

      em 24 de abril de 2017 às 19:32:54

      Ione Machado da Silveira Prof Sala de Recursos Emef Harmonia
    • silvana ferreira da silva
      silvana ferreira da silva

      em 24 de abril de 2017 às 19:36:48

      boa noite
    • silvana ferreira da silva
      silvana ferreira da silva

      em 24 de abril de 2017 às 19:38:12

      meu nome e Silvana estou cursando pedagogia ead e me interessei no assunto obrigado e espero contar com vcs
    • Luciane Mahmud Kuwar
      Luciane Mahmud Kuwar

      em 24 de abril de 2017 às 20:02:16

      Boa noite! Sou psicopedagoga e estou me capacitando para atender autistas. Estou a procura de um curso de especialização específico em autismo, mas confesso que está sendo bem difícil encontrar.
  • Foto de Hugo Enio Braz
    Hugo Enio Braz

    em 24 de abril de 2017 às 19:00:38

    Boa noite, pessoal!
  • Foto de Angela Fernandes Rodriguez Godoy
    Angela Fernandes Rodriguez Godoy

    em 24 de abril de 2017 às 19:01:26

    Boa Noite! Um ótimo encontro pra nós!
  • Foto de Kelen Caus Filter
    Kelen Caus Filter

    em 24 de abril de 2017 às 19:02:22

    Boa noite!
    • Diversidade na Rua
      Diversidade na Rua

      em 24 de abril de 2017 às 19:03:29

      Boa noite Kelen! Seja bem-vinda ao debate aberto. Se possível, se apresente para nós.
  • Foto de Juciani Andrea Rigotti Vendruscolo
    Juciani Andrea Rigotti Vendruscolo

    em 24 de abril de 2017 às 19:03:05

    Boa Noite! Andrea de Maravilha-????????SC
  • Foto de Fabiana Motta
    Fabiana Motta

    em 24 de abril de 2017 às 19:03:17

    Boa noite a todos...
  • Foto de Hugo Enio Braz
    Hugo Enio Braz

    em 24 de abril de 2017 às 19:03:30

    Boa noite, Kelen
  • Foto de Daniela Vrielink
    Daniela Vrielink

    em 24 de abril de 2017 às 19:03:37

    Boa noite! Eu gostaria de saber o que é o autismo?
  • Foto de Evelize Maia de Oliveira
    Evelize Maia de Oliveira

    em 24 de abril de 2017 às 19:04:13

    Boa noite a todos!
  • Foto de Angela Fernandes Rodriguez Godoy
    Angela Fernandes Rodriguez Godoy

    em 24 de abril de 2017 às 19:05:25

    Boa Noite! O Autismo é um transtorno do neurodesenvolvimento. Existem várias causas que podem ocasioná-lo, e ainda não há um consenso na ciência de uma origem só.
    • Daniela Vrielink
      Daniela Vrielink

      em 24 de abril de 2017 às 19:06:56

      Como ele afeta uma criança?
  • Foto de valdite fernandes dos santos
    valdite fernandes dos santos

    em 24 de abril de 2017 às 19:06:01

    boa noite a todos,que tenhamos sucesso neste debate
  • Foto de Evelize Maia de Oliveira
    Evelize Maia de Oliveira

    em 24 de abril de 2017 às 19:06:32

    Gostaria de saber mais sobre sobre sua formação e área de atuação Angela
    • Angela Fernandes Rodriguez Godoy
      Angela Fernandes Rodriguez Godoy

      em 24 de abril de 2017 às 19:19:47

      Oi Evelize! Sou psicóloga e atuo com desenvolvimento infantil. Tenho a psicomotricidade e a abordagem cognitivista como ferramenta de trabalho, entendendo que preciso ajuda-los a alcançar as habilidades necessárias ao uso de suas funções cognitivas, sociais e relacionais mais adequadas. Trabalho muito com jogos na minha terapêutica, pois meu grande foco é a cognição. Entendo dessa forma, que se o individuo ganha recursos, passa a se relacionar com o meio de forma mais harmoniosa e as alterações de comportamento, que muitas vezes são como respostas, melhoram.
    • Angela Fernandes Rodriguez Godoy
      Angela Fernandes Rodriguez Godoy

      em 24 de abril de 2017 às 19:23:18

      É muito comum que eu trabalhe com os pais em sala, para que os auxilie a ver os recursos que o filho ganha e instrumentalize-os desse jeito a levar para fora o que observaram. Gosto de trabalhar nesta potencia que o individuo tem e pode ter. Nada deve ficar apenas entre as paredes do consultório... rsrs
  • Foto de Angela Fernandes Rodriguez Godoy
    Angela Fernandes Rodriguez Godoy

    em 24 de abril de 2017 às 19:08:29

    Trata-se de uma patologia crônica, que não tem cura, mas que como toda condição que acomete o cérebro traz possibilidades de a pessoa que possui este quadro ganhar recursos que o ajude a desenvolver funções adaptativas para a convivência com as demandas do meio ao seu redor. É um transtorno que acomete especialmente a área da linguagem, traz particularidades no funcionamento cognitivo, afeta o desenvolvimento sensorial e psicomotor do indivíduo e, consequentemente traz prejuízos importantes na interação social. Este prejuízo é o grande eixo deste diagnostico.
  • Foto de Angela Fernandes Rodriguez Godoy
    Angela Fernandes Rodriguez Godoy

    em 24 de abril de 2017 às 19:10:26

    Importante agente saber também que uma grande dificuldade deste quadro é justamente identifica-lo de forma correta. A multiplicidade de manifestações de sintomas que podem se dar em um individuo, não se dá em outro, ou se dá de modo muito diferente.
  • Foto de Kelen Caus Filter
    Kelen Caus Filter

    em 24 de abril de 2017 às 19:11:50

    Boa noite pessoal! Sou empresária do ramo de brinquedos educativos. Tenho uma demanda grande por materiais que atendam crianças com Autismo. Quero entender mais sobre o assunto para ajudar e orientar as mães e profissionais que buscam a nossa ajuda.
    • Hugo Enio Braz
      Hugo Enio Braz

      em 24 de abril de 2017 às 19:16:20

      É muito importante o desenvolvimento de brinquedos que estimulem a interação social e a imaginação. Jogos em que seja necessária a alternância de papéis (a minha vez, a tua vez) e brinquedos que estimulem a motricidade.
    • Angela Fernandes Rodriguez Godoy
      Angela Fernandes Rodriguez Godoy

      em 24 de abril de 2017 às 19:24:59

      Oi Kelen! Também penso que os brinquedos que auxiliem a desenvolver o pensamento são ricos. Jogos de lógica e sempre, com muita mensagem visual. Este é um ponto forte no perfil cognitivo do individuo com esta patologia.
    • Ione silveira
      Ione silveira

      em 24 de abril de 2017 às 19:42:57

      `destes materiais que precisamos para trabalhar com nossos alunos. Os jogos pedagógicos são indispensáveis nas escolas, e infelizmente muito precários.
  • Foto de Luiz Fernando Valloto
    Luiz Fernando Valloto

    em 24 de abril de 2017 às 19:12:07

    Boa noite, pessoal! Tudo bem? Tema bastante legal. Gostaria de saber a opinião de vocês sobre as crianças autistas estudarem juntas com as demais? É fundamental para o desenvolvimento delas? As escolas brasileiras estão preparadas para isso?
    • Hugo Enio Braz
      Hugo Enio Braz

      em 24 de abril de 2017 às 19:19:34

      A inclusão escolar de alunos com autismo é uma meta que deve ser buscada, mas sempre considerando as particularidades dessas pessoas, principalmente as questões de ordem sensorial. Entendo que casos mais severos, com comprometimentos muito acentuados precisam ser avaliados quanto à inclusão em salas regulares.
    • Angela Fernandes Rodriguez Godoy
      Angela Fernandes Rodriguez Godoy

      em 24 de abril de 2017 às 19:30:33

      Concordo com o Hugo! Mas a inclusão é necessária especialmente para um modelo de sociedade que visa a diversidade. Excluir as nossas crianças e adolescentes do convívio com os outros, sejam os de desenvolvimento típico ou de outras patologias, também é algo que limita as possibilidades de aprendizado do individuo com autismo. Ainda não temos modelo ideal nas escolas. Até por que elas vem, durante muitas décadas, pensando a educação como um SISTEMA. Quando agente fala da deficiência na escola, especialmente o autismo, com tanta variedade na manifestação patológica, agente convoca o outro do ambiente escolar a pensar de forma individual, a prestar mais atenção na resposta e no funcionamento do outro. Isto não é comum na nossa sociedade e nos sistemas educativos brasileiros. A dificuldade começa aí. Recuar para espaços privados ou coletivos na mesma patologia também não colabora para que este sistema venha a mudar. Devem haver esforços conjuntos para que os avanços aconteçam!!
  • Foto de valdite fernandes dos santos
    valdite fernandes dos santos

    em 24 de abril de 2017 às 19:12:22

    se possível gostaria de saber algumas caracteristicas do autismo
    • valdite fernandes dos santos
      valdite fernandes dos santos

      em 24 de abril de 2017 às 19:21:32

      percebemos que há grandes casos de autismo ,naõ seria interessante maior divulgação e preparação dos educadores para que pudessem trabalhar melhor com eles
    • Hugo Enio Braz
      Hugo Enio Braz

      em 24 de abril de 2017 às 19:27:10

      Valdite, a Angela fez algumas observações muito importantes sobre as características do autismo, mas eu vou tentar fazer mais algumas considerações. A pessoa com autismo pode apresentar dificuldades sensoriais (ser muito ou pouco sensível a vários estímulos como odores, toque pessoal, gosto de alimentos, ruídos, etc), ter dificuldades na comunicação verbal e não verbal, apresentar comportamentos estranhos e inadequados, como se autoagredir, ter movimentos corporais estranhos e repetitivos (estereotipias), gostos muito restritos, apego a rituais e rotinas, entre outros.
  • Foto de Angela Fernandes Rodriguez Godoy
    Angela Fernandes Rodriguez Godoy

    em 24 de abril de 2017 às 19:13:47

    Até 2013 a nomenclatura em termos de classificação internacional de doença era a de Transtorno Global do Desenvolvimento ou Transtorno Invasivo do Desenvolvimento, CID-10: F84. So que aqui diferenciava-se o que dizia respeito a um quadro de base genética, como um F84.9, ou um indivíduo com síndrome de Asperger, como um F84.5. Depois desta data, saiu um novo sistema de classificação e todos os indivíduos que passaram a ser diagnosticados com o quadro passam a integrar o Transtorno do Espectro Autista
  • Foto de Fabiana Motta
    Fabiana Motta

    em 24 de abril de 2017 às 19:14:35

    Sou fonoaudióloga e me interessei pelo tema pois estou estudando há aproximadamente um ano sobre TEA por estar atuando em um município pequeno do interior do RS, perto de onde moro (Santa Cruz do Sul... oi Hugo, conheço a Luz Azul e já estive com vocês em alguns eventos). Nesse município tenho atendido vários pacientes com TEA. E a partir desta quarta-feira iniciaremos um grupo específico para dar apoio aos pais. Portanto, estou aqui para entender mais sobre esse assunto inesgotável. Formada há quase 20 anos, até então não atendia este público... estou fascinada!! E quero aprender, entender...
    • Hugo Enio Braz
      Hugo Enio Braz

      em 24 de abril de 2017 às 19:28:29

      Oi, Fabiana! Estamos juntos nessa busca por mais conhecimento. Eu também quero aprender, entender...
    • Angela Fernandes Rodriguez Godoy
      Angela Fernandes Rodriguez Godoy

      em 24 de abril de 2017 às 19:37:49

      Oi Fabiana! Que legal iniciar uma prática nova depois de tantos anos na área. As fonos são profissionais essenciais pra esses indivíduos e famílias. Penso que há de se trabalhar muito com apoio visual para que eles possam crescer na representação mental que a linguagem traz como base e poder ampliar seus pensamentos, além da concretude da experiência que eles vive no aqui e agora.
    • Angela Fernandes Rodriguez Godoy
      Angela Fernandes Rodriguez Godoy

      em 24 de abril de 2017 às 19:39:44

      A comunicação deve ser alvo certo. Criar situações que ele possa cada vez mais compreender que é necessário se comunicar, desenvolver estes recursos nele, como o apontar, o compartilhamento de atenção, o apoio visual para solicitações e expressões. muitas crianças tem uma apraxia importante. Isto tem sido muito estudado na fonoaudiologia e terapêuticas desta ordem tem crescido bem para indivíduos com autismo.
    • Angela Fernandes Rodriguez Godoy
      Angela Fernandes Rodriguez Godoy

      em 24 de abril de 2017 às 19:42:42

      Os pais devem crescer na compreensão de que muitas vezes o comportamento, as estereotipias dos indivíduos com autismo são maneiras imaturas ou pouco funcionais de se comunicar e mostrar sua tolerância, muitas vezes baixa, às situações que estão envolvidos. Penso que os profissionais devem auxiliar os pais a identificarem isto, fazerem esta leitura e auxiliarem este indivíduo a se expressar de outra forma, aprender a esperar e convoca-lo para uma relação mais comunicativa.
  • Foto de Angela Fernandes Rodriguez Godoy
    Angela Fernandes Rodriguez Godoy

    em 24 de abril de 2017 às 19:16:19

    Um dos marcos do prejuízo da linguagem não é só que muitas vezes a criança não fala. Mas a dificuldade dela é em se comunicar. Na verdade, lhe falta justamente o interesse pra isso. Ela acaba acessando o outro, em geral, para sua satisfação ou resolução de problemas. Outro modo de observar este prejuízo é a pouca habilidade que o indivíduo tem para uma troca interpessoal fluída, de qualidade e adequada ao contexto social que vive. Portanto, ele as vezes pode entender, falar, mas ter uma comunicação e relacionamento interpessoal com falhas.
  • Foto de monica marques
    monica marques

    em 24 de abril de 2017 às 19:25:34

    todos aqui tem filho autista?
  • Foto de Daniela Vrielink
    Daniela Vrielink

    em 24 de abril de 2017 às 19:25:50

    Na escola como as monitoras e professoras podem ajudar a criança com autismo ?
    • Hugo Enio Braz
      Hugo Enio Braz

      em 24 de abril de 2017 às 19:33:08

      Daniela, esse é um grande problema. A inclusão escolar de uma criança com autismo passa pela qualificação de professoras e monitores. Sem saber o que é o autismo e como ele afeta aquela criança (veja bem: aquela criança, pois cada uma apresenta especificidades) dificilmente essa criança terá rendimento escolar adequado e - o que é mais preocupante - a escola pode ser fonte de enorme sofrimento para essa criança.
    • Angela Fernandes Rodriguez Godoy
      Angela Fernandes Rodriguez Godoy

      em 24 de abril de 2017 às 20:12:08

      Daniela, penso que o monitor e o professor deve ser aquele que media/ intermedia a ação do indivíduo no meio que ele está. Traduz o que ele não entende, oferece pernas quando ele as não tem, voz para o seu comportamento, para sua dificuldade na leitura. É aquele que o ajuda a ganhar tolerância às novas e velhas experiências, que o faz perceber que a mão pode ser mais funcional, que todos os sentidos podem ser usados numa brincadeira coletiva... O professor é aquele que conduz a ação desse monitor, se responsabiliza por seu aluno, pensa o que ele precisa e conduz o desenvolvimento e o conteúdo dessa necessidade. Ao menos deveria ser assim... E acima de tudo, é aquele que introduz e mantem lá harmonizando-o, o seu aluno diferente...
  • Foto de Juciani Andrea Rigotti Vendruscolo
    Juciani Andrea Rigotti Vendruscolo

    em 24 de abril de 2017 às 19:26:22

    Eu tenho
  • Foto de Ruth Ebel
    Ruth Ebel

    em 24 de abril de 2017 às 19:30:31

    Fiquei surpresa por existir um núcleo de psicologia e deficiência em SP no CRP se possível gostaria de receber mais informações.Moro no Rio assim gostaria de trocar também com todos vocês sobre o papel do psicólogo com autismo.obrigado
    • Angela Fernandes Rodriguez Godoy
      Angela Fernandes Rodriguez Godoy

      em 24 de abril de 2017 às 19:34:46

      Oi Ruth. Esta foi uma informação que apareceu aqui, mas é apenas um dos espaços que vou circulando para ajudar a construir esta nossa sociedade mais diversas, justa e igualitária. O CRP de SP tem tido um compromisso de desenvolver uma psicologia que converse com todos. Cria Núcleos e Grupos de Trabalho para que os psicólogos possam crescer nestas temáticas em pensamento e atuação profissional, podendo ser profissionais de referencia nos espaços que circulam. Ainda temos muito a construir. Temos todo a preocupação de dialogar com outras profissões, poder publico, sociedade civil para que estas construções sejam fidedignas à necessidade social. Você pode ter mais informações sobre esses núcleos e vários outros trabalhos dos Conselhos de Psicologia na pagina do Conselhos Federal www.cfp.org.br ou mesmo do estadual/SP www.crpsp.org.br
  • Foto de Daniela Vrielink
    Daniela Vrielink

    em 24 de abril de 2017 às 19:31:33

    Eu gostaria de iniciar pedagogia, pois sou babá e cuido de uma criança especial, faz tempo que tento entender o autismo e como ele afeta uma criança, pois o que eu busco sempre ajudar a criança a desenvolver mais .
    • Hugo Enio Braz
      Hugo Enio Braz

      em 24 de abril de 2017 às 19:35:49

      Daniela, caso vc tenha interesse em receber informações complementares sobre autismo, peço que entre em contato comigo pelo e-mail luzazul.autismo@gmail.com
    • monica marques
      monica marques

      em 24 de abril de 2017 às 19:44:00

      o primeiro passo você já está dando que é se interessar e buscar informação.
  • Foto de Ione silveira
    Ione silveira

    em 24 de abril de 2017 às 19:36:18

    Os professores nas escolas não estão preparados para trabalhar com alunos Autistas, é uma caminhada muito grande, porque além do preparo é necessário que o professor conheça e aceite este aluno, sua família, é trabalho em conjunto
    • Hugo Enio Braz
      Hugo Enio Braz

      em 24 de abril de 2017 às 19:41:48

      Sem dúvida, Ione.
  • Foto de Kelen Caus Filter
    Kelen Caus Filter

    em 24 de abril de 2017 às 19:37:49

    Onde funciona A Luz Azul, em Santa Cruz do Sul?
    • Hugo Enio Braz
      Hugo Enio Braz

      em 24 de abril de 2017 às 19:44:19

      Como a Luz Azul não possui sede própria, nossas reuniões acontecem sempre no segundo sábado de cada mês na sala 108 do bloco 1 da Unisc, das 15:00h às 15:00h. Você também pode entrar em contato conosco pelo e-mail luzazul.autismo@gmail.com
  • Foto de Ione silveira
    Ione silveira

    em 24 de abril de 2017 às 19:38:53

    Sr Hugo participei da Jornada Pandorga, que por sinal foi excelente. É desses profissionais que precisamos para orientar os professores em nossas escolas, pena que poucos participam.
    • Fabiana Motta
      Fabiana Motta

      em 24 de abril de 2017 às 19:44:04

      Oi Ione!! Eu também participei, aqui em Santa Cruz... foi muito boa mesmo! E estou super interessada em fazer o curso 1 em julho em São Leopoldo.
    • Hugo Enio Braz
      Hugo Enio Braz

      em 24 de abril de 2017 às 19:47:02

      Sabe, Ione, que a participação de profissionais, principalmente da Educação, foi além da minha expectativa? Acho que, progressivamente, o interesse está aumentando, o que é um excelente sinal. Estamos no início de uma caminhada, e as perspectivas são animadoras.
    • Ione silveira
      Ione silveira

      em 24 de abril de 2017 às 19:47:50

      Tive a oportunidade de conhecer a Pandorga, e acredito que os cursos sejam maravilhosos . Estão de parabéns a equipe de lá, casal maravilhoso
    • Ione silveira
      Ione silveira

      em 24 de abril de 2017 às 19:49:01

      Mas ainda falta muito, a caminhada é longa...
    • Luciane Mahmud Kuwar
      Luciane Mahmud Kuwar

      em 24 de abril de 2017 às 19:58:50

      Também participei da Jornada, realmente foi muito esclarecedora.
  • Foto de valdite fernandes dos santos
    valdite fernandes dos santos

    em 24 de abril de 2017 às 19:39:14

    como toda deficiência pais ,educadores e pessoas que convivem com autista precisam estar mais informados e preparados para lidar com ele ,para que tenham melhor desenvplvimento e apro- veitamento ,não acham ?
    • Angela Fernandes Rodriguez Godoy
      Angela Fernandes Rodriguez Godoy

      em 24 de abril de 2017 às 19:45:24

      Sim, Valdite! Perfeito! E também penso que além de informados, abertos a perceberem o outro, olharem para o outro, entenderem seu próximo... independente do nome das condições que carregam. Olhando por esse lado, o processo é de desenvolvimento humano em geral, não acham?!? rsrs
    • Ione silveira
      Ione silveira

      em 24 de abril de 2017 às 19:46:13

      Com certeza Valdite. Preparo, trabalho em conjunto com a família e querer trabalhar com este aluno
    • valdite fernandes dos santos
      valdite fernandes dos santos

      em 24 de abril de 2017 às 19:54:21

      insisto na parte educacional porque trabalhei por muitos anos em escola , mas os casos eram mais restritos ou na verdade em número menor e reforço que ,se hoje pensamos na inclusão ,se não houver preparo e orientação adequada a criança deixa de ter um aproveitamento melhor...
  • Foto de Mariana Rosa
    Mariana Rosa

    em 24 de abril de 2017 às 19:43:48

    Tô aqui também! Adorando a discussão! Parabéns, Angela, Hugo e pessoal do diversidade!!!!
  • Foto de Marcos Moraes
    Marcos Moraes

    em 24 de abril de 2017 às 19:44:24

    Boa noite pessoal!!! Infelizmente nas escolas públicas a realidade é muito difícil, mesmo acompanhadas por monitores, os professores,coordenadores é demais envolvidos, não estão preparados para esta demanda crescente, os alunos nao são incluídos de fato, isso é bem preocupante
    • Angela Fernandes Rodriguez Godoy
      Angela Fernandes Rodriguez Godoy

      em 24 de abril de 2017 às 19:50:09

      Oi Marcos, temos muito a caminhar mesmo! As políticas públicas de educação estão num desenvolvimento crescente, mas é preciso que elas saiam do papel, né!?! A sociedade toda deve se unir para isso...
    • Hugo Enio Braz
      Hugo Enio Braz

      em 24 de abril de 2017 às 19:50:36

      Marcos, se a realidade das escolas públicas não é boa, a realidade das escolas particulares é bem pior. Via de regra, as escolas públicas, com todas as dificuldades, buscam mais conhecimentos e procuram se adequar à essa demanda por inclusão, o que não é perceptível nas escolas particulares.
    • monica marques
      monica marques

      em 24 de abril de 2017 às 19:52:03

      é verdade Marcos..as vezes mandar os nossos filhos para escola pode ser um desastre.
    • Hugo Enio Braz
      Hugo Enio Braz

      em 24 de abril de 2017 às 19:53:07

      É evidente, como bem colocou Angela, que temos muito a avançar, principalmente na exigência de criação e implementação de políticas públicas que atendam as pessoas com autismo e suas famílias.
    • Marcos Moraes
      Marcos Moraes

      em 24 de abril de 2017 às 19:55:23

      Hugo, discordo de vc, vivo as duas realidades e posso te dizer que a escola particular em que trabalho os professores e coordenação estão em constante busca. Os nossos alunos com TEA são muito bem atendidos, mostrando independência e vivenciando uma inclusão se não ideal bem próxima disso!!
    • Juciani Andrea Rigotti Vendruscolo
      Juciani Andrea Rigotti Vendruscolo

      em 24 de abril de 2017 às 20:02:44

      Nossa que escola é está?
    • Marcos Moraes
      Marcos Moraes

      em 24 de abril de 2017 às 20:05:19

      Escola de Educação básica Educar-se
    • Hugo Enio Braz
      Hugo Enio Braz

      em 24 de abril de 2017 às 20:09:14

      Desculpe, Marcos, sei que toda generalização é perigosa. Claro que sempre existem exceções à regra, mas infelizmente essa é a regra. Fico feliz em saber que a escola em você trabalha apresenta essa preocupação com a inclusão escolar de alunos com autismo.
  • Foto de Ruth Ebel
    Ruth Ebel

    em 24 de abril de 2017 às 19:45:26

    Assim como professores outros profissionais precisam estar preparados para lidar com PcD e no caso autismo e com suas famílias.
    • Hugo Enio Braz
      Hugo Enio Braz

      em 24 de abril de 2017 às 19:55:59

      Sem dúvida, Ruth, principalmente médicos pediatras. Muitos ainda desconhecem o fato de o autismo pode ser detectado precocemente. Esse desconhecimento retarda o diagnóstico, retardando, por sua vez, o encaminhamento a terapias adequadas e necessárias.
  • Foto de Marcos Moraes
    Marcos Moraes

    em 24 de abril de 2017 às 19:47:38

    A família é fundamental para uma inclusão de verdade.
    • Ione silveira
      Ione silveira

      em 24 de abril de 2017 às 19:50:08

      Sim é fundamental que os professores trabalhem junto com os familiares.
    • Fabiana Motta
      Fabiana Motta

      em 24 de abril de 2017 às 19:55:42

      Oi Marcos! Vindo ao encontro do que tu pensas que surgiu a ideia de montar o grupo de apoio aos pais numa ESF (Estratégia de Saúde da Família) aonde atuo com pessoas com autismo. Me parecia que não bastava apenas realizar o tratamento fonoaudiológico com os pacientes e então, conversei com os gestores e agora abrimos um espaço para as famílias também. Desta forma, iniciaremos nosso primeiro grupo esta semana...
    • Hugo Enio Braz
      Hugo Enio Braz

      em 24 de abril de 2017 às 19:57:40

      Oi Fabiana, gostaria de obter mais informações sobre esse grupo de apoio. É possível?
    • Fabiana Motta
      Fabiana Motta

      em 24 de abril de 2017 às 20:02:23

      Hugo, certamente que sim!!! Já estava nos meus planos te chamar para participar. Me comunico contigo indicidualmente após o fórum?!
    • Hugo Enio Braz
      Hugo Enio Braz

      em 24 de abril de 2017 às 20:13:33

      Sim, Fabiana! Fico na expectativa do teu contato. Pode ser pelo e-mail luzazul.autismo@gmail.com Desde já, agradeço!
    • Marcos Moraes
      Marcos Moraes

      em 24 de abril de 2017 às 20:13:48

      Fabiana, parabéns pela iniciativa e boa sorte nesta jornada, qualquer coisa estou a disposição!!
    • Fabiana Motta
      Fabiana Motta

      em 24 de abril de 2017 às 20:21:37

      Combinado, Hugo... em seguida farei contato. E desde já, muito obrigada pelo interesse! Marcos, obrigada também pelo apoio! É com pouco conhecimento, mas com muita boa vontade que estamos dando este passo inicial.
  • Foto de Jennifer Ardila Basurco
    Jennifer Ardila Basurco

    em 24 de abril de 2017 às 19:48:16

    Oi Boa noite!! Eu sou tía de un niño de 8 anos con TEA , eu gostaria de saber quando é o momento mais indicado para falar com ele sobre isso, oseia , sobre sua condição . Ele assiste a uma escola como aluno regular e muito interativo su TEA e baixo,
    • Angela Fernandes Rodriguez Godoy
      Angela Fernandes Rodriguez Godoy

      em 24 de abril de 2017 às 19:54:27

      Oi. Penso que a família é quem deve estar bastante segura sobre este momento. Se a criança tem uma condição intelectual melhor e uma capacidade de compreender sobre o assunto, os pais podem entrar com a temática quando se sentirem fortalecidos, pois qualquer alteração da criança eles podem oferecer o suporte emocional necessário. Se ele é acompanhado por uma psicóloga, esta pode auxiliar nesta condução e na retaguarda.
  • Foto de Juciani Andrea Rigotti Vendruscolo
    Juciani Andrea Rigotti Vendruscolo

    em 24 de abril de 2017 às 19:50:31

    Como funciona? Podemos contribuir?
  • Foto de Juciani Andrea Rigotti Vendruscolo
    Juciani Andrea Rigotti Vendruscolo

    em 24 de abril de 2017 às 19:56:28

    Sobre Inclusão, como na sua maioria tem a questão dos neurônios espelho com 'problemas' a descoberta do outro normalmente é tardia em relação aos outros e a inclusão está para oferecer modelos sociais para nossas crianças, além do processo cognitivo, desde que bem mediado. Trocando em miúdos: digamos que eu quero que meu filho caminhe... se deixar num local onde ninguém caminha dificilmente vai andar, mas se tiver estímulo necessário vai acontecer com mais facilidade... penso
    • Hugo Enio Braz
      Hugo Enio Braz

      em 24 de abril de 2017 às 19:59:47

      Querida Andrea, sempre exata em tuas colocações. Tua participação é uma honra para nós!
    • Vânia Madalena Perske Goulart
      Vânia Madalena Perske Goulart

      em 24 de abril de 2017 às 20:03:07

      Concordo, sei que boa parte da evolução do Felipe aconteça por estar incluído, embora por conta disso ele tenha outros sofrimentos.
    • Juciani Andrea Rigotti Vendruscolo
      Juciani Andrea Rigotti Vendruscolo

      em 24 de abril de 2017 às 20:04:08

      Seu Hugo, sábio amigo, estou aprendendo.
  • Foto de Jennifer Ardila Basurco
    Jennifer Ardila Basurco

    em 24 de abril de 2017 às 19:57:07

    E muito difícil muitas vezes o relacionamento com os primos da mesma edade o momento de brincar com ele, ao não conseguir entender algumas coisas de sua propio comportamiento. Algumas dicas por favor para explicar a los meninos de esa edade de 8-10 anos sobre su primo com autismo?
    • Angela Fernandes Rodriguez Godoy
      Angela Fernandes Rodriguez Godoy

      em 24 de abril de 2017 às 20:02:21

      O brincar é uma ação social, simbólica, da fantasia... deve ser desenvolvida nas crianças com autismo desde pequenas, por que não é algo que nasceu com eles. A capacidade nata disto não está neles. Tudo que tem que ser feito no coletivo é oneroso pra eles.
    • Angela Fernandes Rodriguez Godoy
      Angela Fernandes Rodriguez Godoy

      em 24 de abril de 2017 às 20:05:06

      Mas também, como todas as pessoas, é nisso que acredito e o que vejo, eles são capazes de aprender. Cada um o seu tanto e do seu modo. Eu sugeriria brincadeiras como jogar boliche, pega-pega, jogos com tabuleiro, pular corda, elástico, andar de bicicleta... ações que a linguagem verbal não é o centro, mas a capacidade de descobrir-se motoramente, sensorialmente e especialmente socialmente seja o foco. Mas infelizmente estas brincadeiras não interessam muito mais a quase nenhuma criança dessa idade, né Jennifer... as crianças querem ficar no eletrônico ou nas cartinhas de Pokémon.. rsrs
    • Juciani Andrea Rigotti Vendruscolo
      Juciani Andrea Rigotti Vendruscolo

      em 24 de abril de 2017 às 20:09:17

      O que funciona com nosso filho é por exemplo se vai jogar boliche marcar onde coloca os pinos com fita ou giz, demarcar onde eles ficam no chão , praticamente pintar uma pista de boliche. E a cada partida quem vence ganha algo ou alguma coisa concreta acordada antes.
  • Foto de Ruth Ebel
    Ruth Ebel

    em 24 de abril de 2017 às 19:59:17

    As escolas públicas já possui uma característica de diversidade que não encontramos nas escolas privadas assim a inclusão pode se dar de forma mais natural Mas o grande problema que vejo são condições estruturais que prejudicam a todos em nossas escolas não acham?
    • Hugo Enio Braz
      Hugo Enio Braz

      em 24 de abril de 2017 às 20:05:14

      Correto, Ruth. Ainda são necessárias mudanças de mentalidade em relação às questões pertinentes às deficiências. A escola deve refletir e atender as aspirações da sociedade e, simultaneamente, funcionar como agente de mudança social. As mudanças já estão acontecendo, pena que não na velocidade desejada.
    • Marcos Moraes
      Marcos Moraes

      em 24 de abril de 2017 às 20:06:42

      Vcs conhecem quais escolas privadas??
    • Angela Fernandes Rodriguez Godoy
      Angela Fernandes Rodriguez Godoy

      em 24 de abril de 2017 às 20:06:43

      Concordo com o Hugo...
    • Hugo Enio Braz
      Hugo Enio Braz

      em 24 de abril de 2017 às 20:23:11

      Marcos, como morador de Santa Cruz do Sul e considerando os relatos de familiares que possuem crianças em idade escolar, posso reafirmar o que disse anteriormente sobre as dificuldades de inclusão de alunos com autismo na rede particular de ensino. Não pretendo nomear as escolas particulares que matriculam alunos alunos com autismo apenas para evitar problemas na Justiça, mas que não praticam a almejada inclusão, apenas para evitar desgaste desnecessário.
    • Marcos Moraes
      Marcos Moraes

      em 24 de abril de 2017 às 20:37:09

      Hugo, bem longe de querer colocar interrogação sobre a inclusão das escolas particulares de Santa Cruz do Sul, apenas não posso deixar passar, sendo que trabalho nesta Escola e sei o quanto este tema é levado a sério e falo da nossa realidade!
  • Foto de Jennifer Ardila Basurco
    Jennifer Ardila Basurco

    em 24 de abril de 2017 às 20:04:12

    Obrigada Angela, compreendo que o momento depende de muitas coisas em casa e com ajuda da psicologa, mas sim deve ser discutido certo?
    • Angela Fernandes Rodriguez Godoy
      Angela Fernandes Rodriguez Godoy

      em 24 de abril de 2017 às 20:05:57

      Sim, ele tem o direito de saber. Assim como o direito do assunto ser tratado com esse cuidado... rs... especialmente pelas repercussos que isto lhe trará socialmente.
  • Foto de Jennifer Ardila Basurco
    Jennifer Ardila Basurco

    em 24 de abril de 2017 às 20:19:08

    Concordo Angela, certo. Ele adora os videos games mas gosta do futbol muito. Adora a praia ele è como um peixe na praia. Sò que para alguns jogos tem certa dificuldade ò pouco torpe e isso è o que os primos vezes não entendem e è excluìdo do jogo
  • Foto de Diversidade na Rua
    Diversidade na Rua

    em 24 de abril de 2017 às 20:20:47

    Pessoal, daqui a pouco, 20h30min, estaremos encerrando este debate. Mais alguma pergunta, percepção sobre o tema para compartilhar?
    • Kelen Caus Filter
      Kelen Caus Filter

      em 24 de abril de 2017 às 20:23:55

      Eu percebo que os pais tem muita dificuldade em tocar no assunto quando nos procuram para adquirir materiais. Como podemos atuar para que fiquem mais à vontade em falar sobre o assunto?
  • Foto de Ruth Ebel
    Ruth Ebel

    em 24 de abril de 2017 às 20:21:34

    O tema escolas não creio que se reduza as crianças com deficiência mas a todas.Nossas escolas no passado não tão longínquo eram publicas e todos frequentavam e era através das diferenças e que a educação se dava.Assim acho que a questão não é ser publica ou privada e sim ser para todos !
    • Hugo Enio Braz
      Hugo Enio Braz

      em 24 de abril de 2017 às 20:25:09

      Correto, Ruth. Esperamos que essa seja a mentalidade dominante em futuro não muito distante.
  • Foto de Ruth Ebel
    Ruth Ebel

    em 24 de abril de 2017 às 20:24:39

    Queria ter mais informações de psicoterapia para autistas .
    • Angela Fernandes Rodriguez Godoy
      Angela Fernandes Rodriguez Godoy

      em 24 de abril de 2017 às 20:25:49

      A psicologia tem tantas abordagens teóricas, que ás vezes isso ao invés de ajudar, atrapalha, né Ruth!?!
  • Foto de Caren Renata de Queirz
    Caren Renata de Queirz

    em 24 de abril de 2017 às 20:25:44

    Como profe de uma escola particular e profe de uma criança maravilhosa com autismo, que muito me encanta, penso que a inclusão é uma conquista da sociedade. Temos sim, que buscar sempre mais, nunca estamos prontos, aprendemos todos os dias, mas estamos no caminho. Em primeiro lugar, procuro conhecer essa criança, conhecer os seus interesses e buscar um vinculo com ela. Penso que o primeiro passo é buscar o seu bem estar na escola. Procuro também, estimular a sua comunicação, sou na verdade uma mediadora da sua aprendizagem. É um trabalho maravilhoso e muito gratificante.
    • Marcos Moraes
      Marcos Moraes

      em 24 de abril de 2017 às 20:30:31

      Verdade Caren Renata!!!
  • Foto de Marcos Moraes
    Marcos Moraes

    em 24 de abril de 2017 às 20:28:40

    Parabéns por estes momentos, mercur , luz azul, Angela e Hugo!
    • Hugo Enio Braz
      Hugo Enio Braz

      em 24 de abril de 2017 às 20:33:32

      Obrigado, Marcos. Aproveito a oportunidade para convidá-lo a participar de nossos encontros mensais, sempre no segundo sábado de cada mês, na sala 108 do bloco 1 da Unisc, das 15:00 às 16:00. Abraço!
    • Marcos Moraes
      Marcos Moraes

      em 24 de abril de 2017 às 20:41:28

      Hugo, com certeza tentarei me fazer mais presente!!!Parabéns pelo trabalho!!!
  • Foto de Jennifer Ardila Basurco
    Jennifer Ardila Basurco

    em 24 de abril de 2017 às 20:28:46

    obrigada!!
  • Foto de Fabiana Motta
    Fabiana Motta

    em 24 de abril de 2017 às 20:28:58

    Eu gostaria de agradecer a oportunidade da troca de informações disponibilizada esta noite aqui vocês. Abraços e boa noite a todos!
    • Hugo Enio Braz
      Hugo Enio Braz

      em 24 de abril de 2017 às 20:34:07

      Obrigado. Abraço! Aguardo teu contato...
  • Foto de Diversidade na Rua
    Diversidade na Rua

    em 24 de abril de 2017 às 20:32:06

    Chegamos ao fim deste debate. Obrigado pela participação de todos. A troca de conhecimentos e de experiências foi ótima. Toda esta conversa fica registrada por aqui, desta forma sempre poderemos ter acesso a ela. O debate continua. Obrigado Angela e Hugo pela dedicação e disponibilidade em participar deste debate e responder as respostas de forma tão cuidadosa. Um super abraço! Até o próximo debate. Diversidade na Rua
  • Foto de Angela Fernandes Rodriguez Godoy
    Angela Fernandes Rodriguez Godoy

    em 24 de abril de 2017 às 20:33:14

    Fiquei feliz em contribuir!
  • Foto de Luciane Mahmud Kuwar
    Luciane Mahmud Kuwar

    em 24 de abril de 2017 às 20:34:50

    Obrigada por compartilharem experiências e conhecimentos conosco. Boa noite!
  • Foto de Hugo Enio Braz
    Hugo Enio Braz

    em 24 de abril de 2017 às 20:35:02

    Obrigado pela oportunidade! Abraços a todos!
  • Foto de Caren Renata de Queirz
    Caren Renata de Queirz

    em 24 de abril de 2017 às 20:36:20

    Que possamos ter mais oportunidades como essa. Que belo trabalho, parabéns!
  • Foto de Kelen Caus Filter
    Kelen Caus Filter

    em 24 de abril de 2017 às 20:44:13

    Obrigada pela oportunidade!
  • Foto de Silvana dos Santos Trojahn
    Silvana dos Santos Trojahn

    em 25 de abril de 2017 às 12:08:10

    Gente, não consegui acompanhar ontem o debate, tempo como rever a discussão?
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