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Mercado cultural e acessibilidade: desafios e possibilidades

Por Diversidade na Rua, em 10 de março de 2017
  • Foto de Diversidade na Rua
    Diversidade na Rua

    em 10 de março de 2017 às 10:53:52

    No Brasil e no mundo ainda existe muito desconhecimento sobre as pessoas com deficiência e seus direitos. Muitos consideram que a inserção da da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e da audiodescrição como um custo a mais para os projetos culturais, quando, na verdade, se trata da contemplação de direitos adquiridos pelas pessoas com deficiência.

    Diante disso, na próxima terça-feira, dia 14 de março, às 18h, será realizado um debate online aberto ao público sobre os diversos desafios e possibilidades do mercado cultural e acessibilidade desses espaços.

    A mediação do debate, que terá como tema o “Mercado cultural e acessibilidade: desafios e possibilidades”, será com o consultor em audiodescrição e vice-presidente da Associação Gaúcha de Audiodescritores (Agade), Felipe Mianes, que tem baixa visão desde a infância e enfrentou graves problemas de acessibilidade arquitetônica e atitudinal em sua formação e inclusão no mercado de trabalho.

  • Foto de Felipe Leão Mianes
    Felipe Leão Mianes

    em 14 de março de 2017 às 17:58:08

    Boa tarde a todos. Já me encontro disponível para iniciarmos o debate. Será um momento muito importante para partilharmos conhecimentos e ideias.
  • Foto de Diversidade na Rua
    Diversidade na Rua

    em 14 de março de 2017 às 18:00:14

    Olá pessoal. Sejam bem vindos a mais de um debate aberto :) Fiquem à vontade para iniciar o bate-papo. Se possível, se apresentem para conversamos melhor. Abraços
  • Foto de Luiz Fernando Valloto
    Luiz Fernando Valloto

    em 14 de março de 2017 às 18:07:03

    Boa noite, Felipe! Tudo bem? Tema muito interessante esse hoje. Gostaria de saber o que falta nos eventos culturais e que são de muita importância para todos? Grande abraço
    • Felipe Leão Mianes
      Felipe Leão Mianes

      em 14 de março de 2017 às 18:09:47

      Boa noite Luiz Fernando. Bem, de certa forma já temos políticas públicas balizadas por legislações satisfatórias, o que precisamos no momento é fazer cumprir as leis existentes, o que significa dizer que temos que fiscalizar os produtos culturais e os projetos para verificar se cumprem a regra vigente e por outro lado, conscientizar os produtores culturais da importância da acessibilidade cultural para o público com deficiência e a sociedade em geral.
    • Felipe Leão Mianes
      Felipe Leão Mianes

      em 14 de março de 2017 às 18:14:33

      Também é preciso ressaltar que os produtores culturais ainda desconhecem os recursos de acessibilidade, precisamos mostrar a eles como fazer e de que maneira proceder, sobretudo com o uso de Libras e audiodescrição
    • Luiz Fernando Valloto
      Luiz Fernando Valloto

      em 14 de março de 2017 às 18:17:10

      Entendi! Para você, quem deve fiscalizar isso?
  • Foto de Felipe Leão Mianes
    Felipe Leão Mianes

    em 14 de março de 2017 às 18:07:14

    Meu nome é Felipe Mianes, sou Mestre e Doutor em Educação, realizei Doutorado Sanduíche na Universidad Autonoma de Barcelona e faço pesquisa de Pós-Doutorado na Universidade Luterana do Brasil
    • Ana Patricia Silveira
      Ana Patricia Silveira

      em 14 de março de 2017 às 18:15:21

      Caro Felipe Mianes e demais, muito feliz por está neste espaço de discussão.
  • Foto de Ana Patricia Silveira
    Ana Patricia Silveira

    em 14 de março de 2017 às 18:13:47

    Boa noite a tod@s! Sou pedagoga e especialista em Educação Especial, atuando na Sala de Recurso Multifuncional e recentemente iniciei minhas pesquisas em áudio-descrição. Resido na cidade de Barbalha - CE, localizada na Região Metropolitana do Cariri e ainda temos grandes dificuldades relacionadas á acessibilidade comunicacional também! Os espaços públicos onde acontecem os espetáculos teatrais, shows e exposições fotográficas, não dispõem de tais recursos!
    • Felipe Leão Mianes
      Felipe Leão Mianes

      em 14 de março de 2017 às 18:17:36

      Boa noite Ana, essa falta de recursos de acessibilidade das cidades pequenas e médias do Brasil é um problema a mais que temos, contudo, precisamos fomentar o conhecimento das necessidades para os gestores pubhttp://www.diversidadenarua.cc/debate/visualizar/2090/mercado-cultural-e-acessibilidade:-desafios-e-possibilidadeslicos e buscar alternativas, como o uso das redes sociais por exemplo. Há muita coisa no Youtube e projetos culturais com box de filmes com audiodescrição distribuidos gratuitamente pela Petrobras para entidades sem find lucrativos, por exemplo.
    • Diversidade na Rua
      Diversidade na Rua

      em 14 de março de 2017 às 18:21:42

      Boa noite, Ana. Seja bem-vinda ao debate. Sua primeira participação em debates aqui no site, certo?
  • Foto de vagner alves
    vagner alves

    em 14 de março de 2017 às 18:18:59

    Boa noite? Eu gostaria de saber se os cursos de audiodescrição, tem uma carga minima de horas para ser um audiodescritor? E onde posso encontrar um curso de qualidade?
    • Diversidade na Rua
      Diversidade na Rua

      em 14 de março de 2017 às 18:22:15

      Boa noite, Wagner. Seja bem-vindo ao debate.
  • Foto de Ju Rezende
    Ju Rezende

    em 14 de março de 2017 às 18:19:20

    Boa noite
    • Diversidade na Rua
      Diversidade na Rua

      em 14 de março de 2017 às 18:22:59

      Boa noite, Ju! Seja bem-vinda a mais um debate aberto.
  • Foto de Felipe Leão Mianes
    Felipe Leão Mianes

    em 14 de março de 2017 às 18:20:34

    Respondendo ao Luis Fernando, a fiscalização cabe ao Ministério Público, sendo provocado a agir por qualquer cidadão, mediante denuncia, ou mesmo aos orgãos competentes, como a ANCINE no caso dos produtos audiovisuais, ou dos tribunais de contas e secretarias de estado em casos de projetos financiados por leis estaduais de incentivo à cultura
    • Luiz Fernando Valloto
      Luiz Fernando Valloto

      em 14 de março de 2017 às 18:25:04

      Perfeito! Muito obrigado pela resposta!
    • Juliana Ponciri
      Juliana Ponciri

      em 14 de março de 2017 às 18:40:36

      Precisaríamos de uma "ANCINE do Teatro"! (risos) A Subsecretaria de Cidadania e Diversidade Cultural da Secretaria de Cultura aqui do DF é um grande incentivadora, fazendo um trabalho bem lindo de conscientização com alguns gestores culturais, mas quanto à ação de fiscalizar... eu nunca soube. Atuo na Secretaria de Educação e tivemos durante toda a semana passada uma forte mobilização da comunidade escolar para a promoção de uma educação inclusiva. Mas ainda há MUITA SEGREGAÇÃO! Eu atendo a classes inclusivas, mas tenho pouquíssimos alunos com deficiência, e nenhum com deficiência visual, a maioria deles segue no CEEDV (Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais) e não se sentem muito à vontade nas classes inclusivas. =( Vejo que ainda precisamos bater na tecla da preparação, seja dos educadores, seja dos demais alunos.
  • Foto de Juliana Ponciri
    Juliana Ponciri

    em 14 de março de 2017 às 18:22:43

    Boa noite a tod@s! Me chamo Juliana. Estou me "aquecendo" para o Encontro Internacional de Audiodescrição que vai acontecer em Recife no final de abril. Pesquiso na área de audiodescrição aplicada ao Teatro. Acompanhei o lançamento do Guia para produções audiovisuais acessíveis aqui na Universidade de Brasília, livreto que já está decorado na minha cabeça! (risos) Na minha pesquisa eu tenho notado um pontual receio nas pessoas com deficiência visual no acesso aos ambientes culturais, este é a falta de motivação com o deslocamento físico até o local do evento, Como se já não bastasse os entraves arquitetônicos, tem a questão da segurança pessoal, e quando são eventos noturnos, esta sensação de vulnerabilidade aumenta. Que tipo de mobilização você apontaria, Felipe, para enfrentarmos isso?
  • Foto de Felipe Leão Mianes
    Felipe Leão Mianes

    em 14 de março de 2017 às 18:24:18

    Caro Wagner, conforme a lei de profissionalização do audiodescritor ainda em tramintação no Congresso seria necessário experiências em formações de 3 horas aula, ou 3 anos de experiência comprovada, ou ainda curso de pós-graduação na área. mas ainda não há uma regulação específica no momento. Sobre os cursos, recomendo o da Universidade estadual do ceará, mas está com inscrições encerradas no momento, ainda que possivelmente em breve abra a possibilidade para outras instituições oferecerem, sugiro acompanhar sempre o Blog da Audiodescrição, que costuma divulgar esses cursos
  • Foto de Ana Patricia Silveira
    Ana Patricia Silveira

    em 14 de março de 2017 às 18:25:53

    Sim. É minha primeira participação no site!
    • Diversidade na Rua
      Diversidade na Rua

      em 14 de março de 2017 às 18:30:07

      que legal! fique à vontade para navegar pelo site e conhecer as outras seções que o mesmo dispõe. Você comentou que é professora, por meio do projeto Diversidade, nos relacionamos com muitos professores para entender as necessidades que as pessoas com deficiência encontram no campo da Educação. Cocriamos diversos produtos como as pessoas a partir de suas necessidades, estes estão disponíveis neste espaço:https://loja.mercur.com.br/ Adoraríamos conversar mais contigo sobre isto, se tiver interesse.
  • Foto de Felipe Leão Mianes
    Felipe Leão Mianes

    em 14 de março de 2017 às 18:25:57

    Boa noite Juliana, seja Bem vinda
  • Foto de Felipe Leão Mianes
    Felipe Leão Mianes

    em 14 de março de 2017 às 18:28:42

    Bem, Juliana, eu acredito que seja uma série grande de fatores. Mas, destacaria dois pontos. O primeiro é a conscientização do usuário sobre sua necessidade e seu papel social de agente da mudança no sentido de ir aos eventos com AD, se fazer presente apesar das dificuldades, mas para isso o trabalho de divulgação dos produtores precisa ser mais efetivo e direto com o publico. Não podem por exemplo, colocar anúncios em jornais para cegos, como já verifiquei certas vezes. Por outro lado, cabe ao poder público dar segurança e acessibilidade para que essas pessoas cheguem aos locais de eventos, e isso nos cabe cobrar também.
    • Juliana Ponciri
      Juliana Ponciri

      em 14 de março de 2017 às 18:57:15

      É verdade, há muitos setores envolvidos... Mas ainda vejo tão distante a questão da autonomia... as grandes capitais sofrem muito com a violência urbana! Acredito que se houvesse uma Subsecretaria Específica dentro da Secretaria de Segurança Pública para resgasdar este atendimento, além de promover ações de cidadania e aproximação... Ainda nos assustamos quando vemos polícia, achamos que algo ruim acabou de acontecer ou que está prestes a acontecer! (risos) Há um pânico cultural. Esta cultura que o Brasil tem de atuar só nas consequências tem que mudar muito. Mas há sazonais ações de prevenção, etc. Mas ainda não se criou a visão de confiança de que estamos resguardados nas causas dos problemas e das violências... É triste saber que vivemos de atuar nas consequências... nas mais diversas áreas de atuação! (desculpe o desabafo)
    • Juliana Ponciri
      Juliana Ponciri

      em 14 de março de 2017 às 18:58:01

      *resguardar (correção)
  • Foto de Ana Patricia Silveira
    Ana Patricia Silveira

    em 14 de março de 2017 às 18:31:24

    Gente! Também participarei do Encontro em Recife, assim como farei oficinas. Estou ansiosa!
    • Felipe Leão Mianes
      Felipe Leão Mianes

      em 14 de março de 2017 às 18:32:47

      Estarei no Recife também, falando sobre a audiodescrição nas propagandas eleitorais e sobre a associação gaúcha de audiodescritores. Espero contar com vocês então!
  • Foto de Marilaine Castro da Costa
    Marilaine Castro da Costa

    em 14 de março de 2017 às 18:32:46

    Boa noite!
  • Foto de Felipe Leão Mianes
    Felipe Leão Mianes

    em 14 de março de 2017 às 18:34:11

    Percebemos as dificuldades das pessoas conhecerem os produtos culturais com acessibilidade, porr exemplo, audiodescrição. Para quem já participou de algum como vocês ficaram sabendo das divulgações destes produtos:
    • Juliana Ponciri
      Juliana Ponciri

      em 14 de março de 2017 às 19:05:16

      Na verdade, quase sempre fico sabendo dos produtos acessíveis "por acidente"! (risos) Como sou da área cultural, é bem usual estar informada quanto às atividades que estão acontecendo na cidade, e vez ou outra vejo por acado algo acessível aparecer ante meus olhos e ouvidos!
  • Foto de Felipe Leão Mianes
    Felipe Leão Mianes

    em 14 de março de 2017 às 18:34:54

    Boa noite, Marilaine. Seja bem-vinda
  • Foto de Felipe Leão Mianes
    Felipe Leão Mianes

    em 14 de março de 2017 às 18:42:57

    Se pensarmos que no Brasil há 35 milhões de pessoas com deficiência, perceberemos que a acessibilidade no mercado cultural se trata tanto do cumprimento dos direitos de uma grande parcela de pessoas quanto do investimento cultural em uma enorme parcela do público, que precisa ser conquistado e fidelizado. Audiodescrição e Libras podem parecer um entrave aos produtores culturais, mas se eles perceberem as coisas de um outro angulo, percebrão que se trata de uma possibilidade de levar mais público aos seus espetáculos no Brasil todo
    • Juliana Ponciri
      Juliana Ponciri

      em 14 de março de 2017 às 19:14:42

      Fato, Felipe. Os investimentos públicos parecem que não estão mui pretensos a uma fidelização de clientela. E muito menos os privados! (risos) Com exceção de algumas importantíssimas e fundamentais fundações, claro. O que se pode notar são políticas muito soltas e genéricas do ponto de vista da promoção da diversidade e educação para a inclusão, mas os projetos que atuam mui diretamente são quase inexpressivos se comparados a outras políticas setoriais.
  • Foto de Ana Patricia Silveira
    Ana Patricia Silveira

    em 14 de março de 2017 às 18:44:11

    Caro Felipe, que maravilha! Em novembro passado, tivemos a felicidade de conhecer Jorge Amaro, esteve no Cariri - CE.
    • Felipe Leão Mianes
      Felipe Leão Mianes

      em 14 de março de 2017 às 18:45:31

      Sim, Jorge é um ativista importante e um colega na luta por levar acessibilidade e cultura a todos os espaços onde hpje ela não se encontra.
  • Foto de Felipe Leão Mianes
    Felipe Leão Mianes

    em 14 de março de 2017 às 18:44:28

    Nesse sentido, gostaria de saber de vocês como tem sido essas experiências com acessibilidade cultural nos contextos próprios de cada um?
    • Ana Patricia Silveira
      Ana Patricia Silveira

      em 14 de março de 2017 às 18:51:14

      Estamos com desafios: realizar AD em maquetes de formação geológica na universidade local e logo, exposição fotográfica que aborda mulheres que se destacaram na cidade, entre elas professoras, parteiras, costureiras e outras.
    • Cristiana Mello Cerchiari
      Cristiana Mello Cerchiari

      em 14 de março de 2017 às 18:55:45

      Boa noite a todos! Meu nome é Cristiana, moro em São Paulo e acompanho o processo de implementação da audiodescrição no Brasil desde 2006 mais ou menos. Tenho deficiência visual, assisto a muitos eventos com audiodescrição e fico satisfeita ao perceber que já não consigo estar em todos os locais em que esse recurso é disponibilizado. A AD deveria ser mais comum também em produtos culturais. Lamento o fato de que, às vezes, a disponibilização dos recurso de acessibilidade fique a cargo de indivíduos, não sendo uma conquista perene. Sinto-me responsável pela divulgação da AD junto a todos que convivem comigo.
  • Foto de Marilaine Castro da Costa
    Marilaine Castro da Costa

    em 14 de março de 2017 às 18:46:49

    Gostaria de falar um pouco sobre a forma de divulgar os eventos culturais a pessoas com deficiência, especialmente pessoas com deficiência visual e auditiva. Como os produtores culturais que promovem eventos com acessibilidade devem agir para que a informação chegue ao público-alvo?
    • Cristiana Mello Cerchiari
      Cristiana Mello Cerchiari

      em 14 de março de 2017 às 19:01:36

      Os produtores culturais, via de regra, não têm muito contato com pessoas com deficiência. Daí que a divulgação da disponibilização da LIBRAS e da audiodescrição em eventos culturais fique geralmente a cargo das empresas que "produzem" esses recursos. Para realmente formarmos público, é fundamental que a divulgação seja feita sob diversas formas: Facebook, SMS, WhatsApp, email, jornal, revista, propaganda na TV, entre outros.
  • Foto de Ana Patricia Silveira
    Ana Patricia Silveira

    em 14 de março de 2017 às 18:47:52

    Temos cursos realizados pela UNESP e IBC. Estamos sensibilizando os produtores locais sobre a acessibilidade nos eventos, fato que nos estimula a pesquisar e praticar AD. Somos principiantes, mas já damos o primeiro passo.
  • Foto de Felipe Leão Mianes
    Felipe Leão Mianes

    em 14 de março de 2017 às 18:51:31

    Essa divulgação é muito importante, aos produtores culturais que se encontram aqui, gostaria de saber assim como a Marilaine, de que forma divulgam os eventos? Pois, muitas vezes existe a reclamação de ausencia de público, mas precisamos pensar em como chegamos nessas pessoas para que elas estejam presentes
    • Marilaine Castro da Costa
      Marilaine Castro da Costa

      em 14 de março de 2017 às 18:57:35

      Sim, Felipe, é muito importante a divulgação, pois muitas vezes as pessoas têm interesse mas não ficam sabendo...
    • Ana Patricia Silveira
      Ana Patricia Silveira

      em 14 de março de 2017 às 18:59:21

      Caro Felipe! Tivemos um evento em que mobilizamos os usuários da AD através das organizações da sociedade civil, principalmente para aquelas pessoas que residem na zona rural, disponibilizando transporte, no qual combinamos onde aconteceria o ponto central para embarque.
  • Foto de Felipe Leão Mianes
    Felipe Leão Mianes

    em 14 de março de 2017 às 19:03:37

    Vocês percebem no mercado cultural a carencia de produtos com acessibilidade, disso sabemos. Mas, em quais tipos de produtos culturais entendem que seria mais importante termos audiodescrição e Libras? A audiodescrição no cinema já tem uma lei específica. e entende que outras áreas também deveriam ter. A questão é como mobilizarmos os agentes culturais e o público para que reivindique essas ações com acessibilidade
  • Foto de Felipe Leão Mianes
    Felipe Leão Mianes

    em 14 de março de 2017 às 19:05:19

    Boa noite Cristiana, como vai?
  • Foto de Josué Pereira Dias
    Josué Pereira Dias

    em 14 de março de 2017 às 19:07:56

    O Felipe, tudo bem? Me chamo Josué, sou graduando do curso de design da Univates, e meu trabalho de conclusão é intitulado "Projeto de sinalética para deficientes visuais, focado em escolas de ensino fundamental e médio." Gostaria de saber de ti, o que pensa/sente em relação ao modelo de ensino atual, no que diz respeito à escola regular e à educação inclusiva. Gostaria também de saber também, qual a tua experiência com projetos de sinalética que existem hoje, como os que estão implantados em agências de banco por exemplo. Eles são eficientes? Você consegue se localizar nestes ambientes como o apoio desses recursos?
    • Felipe Leão Mianes
      Felipe Leão Mianes

      em 14 de março de 2017 às 19:10:42

      Boa noite Josué. Bom, sobre a sinalética posso falar como usuário, e não tenho achao que há acessibilidade plena no modelo atual. então nos fale mais sobre teu projeto, que temos interesse em conhecer
  • Foto de Carla Pimentel de Azevedo Gonçalves
    Carla Pimentel de Azevedo Gonçalves

    em 14 de março de 2017 às 19:09:51

    Penso que devem haver muito mais ações articuladas entre os agentes cultirais, espacos de exibicao, setores de turismo. Realizacao de praticas, vivências junto ao público com deficiencia visual, suas familias, suas comunidades escolares e empresariais. A AD, LiBRAS, Legenda, precisam comecar a entrar em cena em dialogos intersetoriais e envolvendo seu principal publico, as pessoas cegas, baixa visao,surdas ou ensurdecidas.
    • Felipe Leão Mianes
      Felipe Leão Mianes

      em 14 de março de 2017 às 19:12:59

      Carla, perfeito! Acho que todos temos nossa parcela de contribuição a dar na construção de uma sociedade mais acessível. E não é uma questão de desejo ou de bondade, mas de acesso a direitos conquistados com muitas lutas e que temos certeza que aos poucos a sociedade vai se conscientizar dos fatos e das situações para que alcancemos uma sociedade acessível
  • Foto de Juliana Ponciri
    Juliana Ponciri

    em 14 de março de 2017 às 19:24:30

    Amad@s, vou ter que me ausentar do debate, pois vou entrar agora em aula. Mas voltarei mais tarde para ler as questões e dúvidas de vocês pontuarem por aí porque mui seguramente estão em consonância com as minhas. Abraços a tod@s!
    • Juliana Ponciri
      Juliana Ponciri

      em 14 de março de 2017 às 19:25:20

      *que vocês pontuarem (correção)
  • Foto de Felipe Leão Mianes
    Felipe Leão Mianes

    em 14 de março de 2017 às 19:25:18

    Tivemos momentos de importantes relatos e de debates, e acho que está no momento de irmos para o encerramento do debate.Mais alguma colocação?
  • Foto de Felipe Leão Mianes
    Felipe Leão Mianes

    em 14 de março de 2017 às 19:27:16

    Estou a disposição de todos nas redes sociais para conversarmos mais sobre dúvidas, reclamações, sugestões e outras situações em que eu possa ajudar. No facebook me encontram como Felipe Mianes, no twitter @felipemianes, meu blog: fmianes.blogspot.com
  • Foto de Ana Patricia Silveira
    Ana Patricia Silveira

    em 14 de março de 2017 às 19:30:50

    Boa noite para tod@s!
  • Foto de Felipe Leão Mianes
    Felipe Leão Mianes

    em 14 de março de 2017 às 19:33:55

    Boa noite a todos e todas, foi um prazer conversar com vocês. Espero que possamos continuar com esse canal de diálogo aberto, pois isso será muito importante para construirmos uma sociedade mais acessível e consciente das diferenças. Um abraço atodos e até uma próxima
  • Foto de Diversidade na Rua
    Diversidade na Rua

    em 14 de março de 2017 às 19:34:23

    Boa noite a todos! Muito obrigado pela participação de todos no debate. Obrigado Felipe pela atenção e disponibilidade. Foi muito bom trocar experiências com vocês. Abraços e até próxima.
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